A DZ7 virou trilha sonora de marca. Como isso funciona.
Existe um jeito antigo de marca falar com a periferia: contratar um artista famoso, colocar o produto na mão dele e torcer. E existe o jeito que a DZ7 faz: escrever a música do zero, com a batida certa, a gíria certa e a história certa — e aí a campanha vira coisa que as pessoas ouvem por vontade própria.
O que entra em cada faixa
- Composição, gravação e produção completa de uma faixa inédita
- Letra alinhada à estratégia da campanha, não colada por cima dela
- Integração ao roteiro do comercial, para TV, internet e redes
- Participação de artistas da casa na performance vocal
Foi assim no Facilitadão, do Consórcio Honda, que virou clipe oficial no canal da Honda Motos Brasil. Foi assim no lançamento da Twister 300, quando a moto precisava ser objeto de desejo do jovem periférico e não só ficha técnica. Foi assim na Vivo, traduzindo um plano de celular em liberdade e pertencimento. E foi assim no Ano do Tigrão, da Soub, onde a mensagem era cashback e a linguagem era funk.
Marca que chega com música pronta interrompe. Marca que chega com música nossa entra.
Até a Invicto, um lava-roupas, encontrou refrão. O jingle nasceu para dialogar com o cotidiano das donas de casa e da juventude periférica, e acabou replicado por criadores de conteúdo de limpeza e cuidados com a casa.
Quer ver cada um deles com objetivo, entrega e material publicado? Está tudo aberto na área de Cases.



















