Mês do Funk no Anhangabaú: quando a política pública senta com o baile
Em maio de 2024, a Prefeitura de São Paulo, pela Secretaria Municipal de Cultura, chamou a DZ7 para o Mês do Funk. O convite não era para tocar: era para assinar a curadoria de um dos palcos mais emblemáticos do evento.
Como foi montado
- Seleção e direção artística de DJs, MCs e dançarinos com vivência nas favelas de São Paulo
- Show com estética e linguagem fiéis à cultura dos bailes
- Ativação com artistas revelados em projetos sociais, como a Escola de Música e Funk
- Participação ativa da comunidade nos processos criativo e de execução
O palco virou espelho da realidade das quebradas: com autenticidade, representatividade e longe dos estereótipos.
A sinergia entre arte, território e política pública reafirmou o funk como expressão legítima da juventude periférica — e colocou a DZ7 como referência nacional em curadoria de experiências culturais com raiz na favela.



















