Marca não compra periferia. Ocupa território.
A DZ7 já entregou trilha para Netflix, música para Honda e Vivo, jingle para Invicto e Soub, ativação para Coco Leve, campanha para o Descomplica do Enem e curadoria para Boiler Room e Prefeitura de São Paulo. Alguns padrões ficaram claros.
O que funciona
- Criar, não licenciar. Faixa feita para a campanha performa diferente de faixa alugada: a letra pode carregar a mensagem sem soar encomendada.
- Chamar quem vive. Dançarino da comunidade, MC da quebrada, produtor do território. A diferença aparece na tela.
- Deixar algo para trás. No festival da Netflix, foi ingresso gratuito para jovem periférico. Ativação que só extrai atenção não volta no ano seguinte.
- Aceitar a estética como ela é. Paredão, cordão, gelo seco. Higienizar o visual é perder exatamente o que se foi buscar.
O que quebra a cara
- Usar gíria sem entender o que ela quer dizer
- Tratar a periferia como cenário e não como público
- Chegar uma vez, tirar foto e sumir
Território não se aluga por campanha. Se frequenta.
Toda publi feita com a DZ7 sai devidamente sinalizada, seguindo as regras de publicidade do CONAR. Quem quer construir relação longa começa por aí.



















